Como ter controle da qualidade de solo compactado?

Na Engenharia Civil muito comumente nos deparamos com testes e ensaios geotécnicos de solo que visam minimizar ao máximo a degradação do meio ambiente durante os processos de construção. Além disso, esses ensaios ainda possuem como objetivo prever o comportamento do solo a fim de garantir maior segurança.

Dentre esses ensaios, podemos destacar os ensaios de compactação Proctor, divididos em três energias diferentes para atender com maior precisão a clareza de informação necessária sobre determinado solo durante alguma obra. Essas energias são: energia normal, com 12 golpes, energia intermediária, com 26 golpes, e energia modificada, com 55 golpes.

Um dos pontos que deve ser destacado nesse modelo de ensaio é que o solo que foi compactado não pode ser restaurado, o que faz ser necessário utilizar para cada corpo de prova amostras de solo que não tiveram uso anterior.

Esse método de ensaio foi desenvolvido em 1933 pelo engenheiro Ralph Proctor, por isso recebe este nome, apesar de também ser conhecido como AASHTO Normal. Foi normatizado nos Estados Unidos pela Associação Americana de Rodovias do Estado e Funcionários de Transporte (American Association of State Highway and Transportation Officials).

No Brasil, esse método de ensaio segue a norma regulamentadora NBR 7182/2016, que estabelece uma forma para determinar a relação entre o teor de umidade e a massa específica aparente seca de solos, quando compactados, de acordo com os procedimentos especificados.

Por fim, é fundamental contar com uma empresa especializada nessa metodologia para que os ensaios aconteçam da maneira correta e garanta informações precisas para o estudo e o controle de qualidade de aterros de solo compactado, obtendo a densidade máxima do maciço terroso.

Postagem criada em: 05/11/2021 - 11:11


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