Por que as portas de emergência são obrigatórias?

Muito utilizada desde a década de 70 em prédios e edifícios, a porta corta fogo simples passou a ser obrigatória em prédios e edifícios de quatro andares a partir do ano de 1983 porque com a sua grande resistência contra a ação das chamas, da fumaça e dos gases, pode facilitar ao máximo a evacuação dos presentes em uma situação de pânico.

Entre suas principais recomendações de uso, vale destacar que é obrigatória em ambientes com um grande fluxos de pessoas e, como já dito anteriormente, em edifícios acima de quatro andares para facilitar ao máximo a evacuação dos presentes em uma emergência de incêndio e evitar que o fogo se propague por outros andares ou pavimentos do local.

Essas portas são confeccionadas em chapas de aço galvanizado com mantas de cerâmica e, de acordo com a sua norma regulamentadora NBR 11742, possuem quatro classificações diferentes, diretamente relacionadas ao seu tempo de resistência mínima ao fogo, sendo elas P-30, P-60, P-90 e P-120, com tempo de resistência mínima de 30 minutos, 60 minutos, 90 minutos e 120 minutos respectivamente.

Não é segredo para ninguém que essas portas nunca devem ser trancadas, contudo, há algumas exceções (e também alguns requisitos) sobre o uso de fechaduras com chave. Essas exceções se dão quando as portas corta fogo guardam bombas e outros geradores evitando que pessoas não autorizadas tenham acesso.

Para concluir, mesmo com fechaduras, a liberação da passagem pelo lado interno do ambiente nunca deve estar obstruída, garantindo que em uma emergência todos possam sair com tranquilidade e segurança.

Postagem criada em: 31/08/2021 - 16:39


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